{"id":24975,"date":"2024-06-25T11:51:24","date_gmt":"2024-06-25T14:51:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindipetroba.org.br\/2019\/?page_id=24975"},"modified":"2024-06-25T12:08:10","modified_gmt":"2024-06-25T15:08:10","slug":"greve-de-1994","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.sindipetroba.org.br\/2019\/o-sindicato\/greves\/greve-de-1994\/","title":{"rendered":"Greve de 1994"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221;][et_pb_row _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; column_structure=&#8221;1_5,3_5,1_5&#8243; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;1_5&#8243; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;3_5&#8243; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h2>Greve de 1994<\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<p><b>1994: o ano da greve esquecida<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/b><\/p>\n<p>No dia 27 de setembro de 1994 os petroleiros deram in\u00edcio a uma greve nacional que se estendeu por nove dias. Eles reivindicavam um reajuste salarial de 108% e mais 10% de produtividade. A greve teve uma forte ades\u00e3o da categoria.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>Na Bahia, a partir do terceiro dia de greve, teve in\u00edcio a parada de produ\u00e7\u00e3o na Refinaria Landulpho Alves (RLAM) e nos campos de produ\u00e7\u00e3o, causando, segundo a imprensa, um preju\u00edzo de mais de 3,5 milh\u00f5es de d\u00f3lares por dia.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>No quarto dia, a greve foi considerada abusiva pelo Tribunal Superior do Trabalho. A Petrobr\u00e1s fez press\u00f5es e amea\u00e7as de demiss\u00f5es.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Acordo de Juiz de Fora<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/b><\/p>\n<p>O acordo s\u00f3 foi poss\u00edvel ap\u00f3s a interfer\u00eancia do presidente Itamar Franco, que suspendeu as demiss\u00f5es e convidou o presidente da CUT, Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, para uma reuni\u00e3o. O acordo foi fechado, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.<\/p>\n<p>Os petroleiros voltaram ao trabalho em 06\/10\/1994, com o IPC-r de 13,5289%. O governo recusou-se a rediscutir as cl\u00e1usulas econ\u00f4micas j\u00e1 analisadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas houve a convers\u00e3o do 13\u00ba pago em fevereiro ao real pela URV de 30 de junho, o que daria um ganho real de 38% para a categoria.<\/p>\n<p>Os sindicalistas tiveram ainda a garantia de que n\u00e3o haveria nenhuma demiss\u00e3o como retalia\u00e7\u00e3o \u00e0 greve, mantendo a cl\u00e1usula de garantia no emprego. Al\u00e9m disso, o governo aceitou reabrir o di\u00e1logo das cl\u00e1usulas sociais que n\u00e3o foram analisadas pelo TST com base na proposta de acordo coletivo de trabalho apresentada pela Petrobr\u00e1s a seus empregados e reintegrar, no menor espa\u00e7o de tempo poss\u00edvel, os sete sindicalistas demitidos em 1990 por liderarem uma paralisa\u00e7\u00e3o na empresa.<\/p>\n<p>A Petrobras aceitou tamb\u00e9m criar comiss\u00f5es bilaterais para tentar negociar diretamente com os representantes de seus empregados os passivos trabalhistas que j\u00e1 tramitavam na Justi\u00e7a do Trabalho, a exemplo de eventuais perdas com o Plano Bresser.<\/p>\n<p><b>Presidente Itamar volta atr\u00e1s e rev\u00ea acordo feito com os<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>petroleiros<\/b><\/p>\n<p>Ministros do governo Itamar foram contra o acordo feito com os petroleiros, afirmando que este colocava o Real e a Justi\u00e7a em Xeque. O presidente da Petrobr\u00e1s amea\u00e7ou se demitir caso n\u00e3o houvesse puni\u00e7\u00f5es aos grevistas. <span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em 15 de novembro de 1994, o presidente Itamar anunciou que iria rever o acordo com os petroleiros e que uma nova vers\u00e3o, se negociada, \u201cn\u00e3o poderia ter nenhuma distor\u00e7\u00e3o que venha a prejudicar o Plano Real\u201d. O presidente afirmou que n\u00e3o aceita nenhuma cl\u00e1usula adicional ao que foi acertado em Juiz de Fora, em cinco de outubro.<\/p>\n<p>De acordo com Itamar, o chamado acordo de Juiz de Fora estabeleceu apenas que os grevistas n\u00e3o seriam demitidos, que os dias parados seriam descontados parceladamente nas horas extras e nos sal\u00e1rios de outubro e novembro e, por fim, que seria criada uma comiss\u00e3o dos funcion\u00e1rios para detalhar os pontos em nova reuni\u00e3o em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>A revis\u00e3o do acordo significava o fim do que foi acertado como a estabilidade dos funcion\u00e1rios da Petrobr\u00e1s, a corre\u00e7\u00e3o do 13\u00ba sal\u00e1rio e a anistia aos empregados que estavam sendo acusados de sabotadores.<\/p>\n<p><b>Categoria rejeita revis\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Os petroleiros n\u00e3o aceitaram a revis\u00e3o no acordo salarial, assinado com o Ministro das Minas e Energia, Delc\u00eddio Gomes. O presidente da FUP, Ant\u00f4nio Carlos Spis, foi taxativo ao afirmar que<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>o acordo n\u00e3o fere o Plano Real e nem as decis\u00f5es do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e prometeu retomar a greve da categoria, caso o governo altere unilateralmente o que foi pactuado.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 \u00a0 <\/span>De acordo com a FUP,<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>o presidente Itamar Franco e os ministros das Minas e Energia, Delc\u00eddio Gomes, e do Trabalho, Marcelo Pimentel, al\u00e9m de dirigentes da Petrobr\u00e1s, j\u00e1 sabiam desde o \u00faltimo dia<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>5 de outubro dos termos do acordo fechado \u00e0s 3h da manh\u00e3 do \u00faltimo dia 10 entre os petroleiros e o governo.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201cNo chamado encontro de Juiz de Fora, realizado no dia 5 de outubro, na presen\u00e7a de Vicentinho e do presidente Itamar Franco, o Ministro do Trabalho, Marcelo Pimentel, apresentou aos demais ministros e dirigentes da Petrobr\u00e1s as bases do acordo que foram sacramentadas no dia 10 de novembro. N\u00e3o era novidade para ningu\u00e9m\u201d, afirmou o secret\u00e1rio geral da CUT, Jo\u00e3o Vaccari Neto. <span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>Com acordo rompido, petroleiros retomam a greve<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/b><\/p>\n<p>Em 22 de novembro de 1994, os petroleiros entram novamente em greve, pois n\u00e3o aceitam o rompimento do acordo feito de forma unilateral.<b> <\/b>Uma das raz\u00f5es para os petroleiros retomarem a greve foi a exist\u00eancia de inqu\u00e9ritos porque o acordo que fizeram com o governo, intermediado pelo presidente da Rep\u00fablica, Itamar Franco, em Juiz de Fora, que no in\u00edcio de outubro suspendeu a primeira greve, dizia que n\u00e3o haveria puni\u00e7\u00f5es a grevistas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>Com quase cem por cento de ades\u00e3o, o primeiro dia de greve dos petroleiros da Bahia praticamente parou a Petrobras.<\/p>\n<p>No final da tarde do dia 24\/11, o superintendente geral da Petrobras na Bahia, Hans Peter, paralisou todas as 21 unidades de produ\u00e7\u00e3o da RLAM, pois as unidades de produ\u00e7\u00e3o vinham sendo mantidas em funcionamento pela mesma turma, com 135 operadores, desde o in\u00edcio do movimento paredista.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A greve, que durou tr\u00eas dias, terminou no dia 25\/11\/1994, ap\u00f3s intermedia\u00e7\u00e3o do Tribunal Superior do Trabalho. A \u201ctr\u00e9gua estrat\u00e9gica\u201d, como definiu a Federa\u00e7\u00e3o \u00danica dos Petroleiros, teve como contrapartida a reabertura das negocia\u00e7\u00f5es e a retirada pela Petrobr\u00e1s, do pedido de julgamento de diss\u00eddio coletivo em que pedia a abusividade da greve. Na Bahia, os grevistas ficaram relutantes em finalizar a greve<\/p>\n<p>A Petrobr\u00e1s retomou a negocia\u00e7\u00e3o com os empregados, deixando claro que n\u00e3o atenderia \u00e0s reivindica\u00e7\u00f5es dos petroleiros. A estatal disse que n\u00e3o pagaria as perdas salariais relativas ao Plano Bresser, na forma de dois sal\u00e1rios extras a cada funcion\u00e1rio e n\u00e3o aceitaria a convers\u00e3o do 13\u00ba sal\u00e1rio do ano pela Unidade Real de Valor (URV) do dia 30 de junho. O presidente da Petrobr\u00e1s, Joel Mendes Renn\u00f3, tamb\u00e9m afirmou que iria continuar com os inqu\u00e9ritos sobre sabotagens que teriam sido feitas por grevistas na greve do final de setembro, na Bahia.<\/p>\n<p><b>Demiss\u00f5es<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/b><\/p>\n<p>No dia 06\/12\/1194 a imprensa noticia as demiss\u00f5es de 11 petroleiros da Bahia e de Minas Gerais, al\u00e9m da suspens\u00e3o de outros 20.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Foram cinco demiss\u00f5es na Bahia e seis em Minas Gerais<\/p>\n<p>Na Bahia foram demitidos os seguintes companheiros:<\/p>\n<p>Adoniran de Carvalho Costa<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Belchior Medeiros<\/p>\n<p>Edmundo Pessoa (Bigode)- Um Memorian<\/p>\n<p>Paulo C\u00e9sar Martin<\/p>\n<p>Roberto de Santana Gutierrez<\/p>\n<p>Eles s\u00f3 foram anistiados e reintegrados \u00e0 Petrobr\u00e1s no ano de 2003, no governo Lula, atrav\u00e9s de um Projeto de Lei.<\/p>\n<p><b>Semente da greve de 1995<\/b><\/p>\n<p>Mas a hist\u00f3ria n\u00e3o acabou ai.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>Os petroleiros n\u00e3o aceitaram as puni\u00e7\u00f5es, demiss\u00f5es e a quebra do acordo de Juiz de Fora, o que levou a categoria a se organizar novamente e deflagrar uma nova greve em maio de 1995, que durou 32 dias. Os demitidos dessa greve tamb\u00e9m foram reintegrados no ano de 2003.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][et_pb_column _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; _module_preset=&#8221;default&#8221; type=&#8221;1_5&#8243; theme_builder_area=&#8221;post_content&#8221;][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Greve de 1994 1994: o ano da greve esquecida\u00a0 No dia&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":24969,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"class_list":["post-24975","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Greve de 1994 - Sindipetro BA<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"http:\/\/www.sindipetroba.org.br\/2019\/o-sindicato\/greves\/greve-de-1994\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Greve de 1994 - 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