{"id":24980,"date":"2024-06-25T11:54:47","date_gmt":"2024-06-25T14:54:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindipetroba.org.br\/2019\/?page_id=24980"},"modified":"2024-06-25T12:13:11","modified_gmt":"2024-06-25T15:13:11","slug":"greve-de-1995","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.sindipetroba.org.br\/2019\/o-sindicato\/greves\/greve-de-1995\/","title":{"rendered":"Greve de 1995"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section fb_built=&#8221;1&#8243; admin_label=&#8221;section&#8221; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;row&#8221; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; custom_padding=&#8221;|||&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; custom_padding__hover=&#8221;|||&#8221;][et_pb_text admin_label=&#8221;Text&#8221; _builder_version=&#8221;4.25.2&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; hover_enabled=&#8221;0&#8243; global_colors_info=&#8221;{}&#8221; sticky_enabled=&#8221;0&#8243;]<\/p>\n<h2>Greve de 1995<\/h2>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_text admin_label=&#8221;Text&#8221; _builder_version=&#8221;4.16&#8243; background_size=&#8221;initial&#8221; background_position=&#8221;top_left&#8221; background_repeat=&#8221;repeat&#8221; global_colors_info=&#8221;{}&#8221;]<\/p>\n<p>Em 1995, come\u00e7ando no m\u00eas de maio, a categoria manteve uma greve por 32 dias para pressionar a Petrobr\u00e1s a repor as perdas salariais, que j\u00e1 chegavam a 100%. A luta foi tamb\u00e9m pelo cumprimento de termos de acordos que haviam sido assinados com a FUP no antigo governo de Itamar Franco e com o presidente da Petrobr\u00e1s na \u00e9poca, Joel Renn\u00f3. E ainda contra ainda a redu\u00e7\u00e3o de direitos e o arrocho salarial, durante o governo neoliberal de FHC.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A greve que foi a mais longa da hist\u00f3ria do movimento sindical petroleiro, come\u00e7ou, no dia 03 de maio, de forma unificada, pois os ataques do governo atingiam todo o funcionalismo p\u00fablico, como os eletricit\u00e1rios, telef\u00f4nicos, trabalhadores dos Correios e os servidores federais. O movimento paredista tamb\u00e9m foi contra a quebra dos monop\u00f3lios do petr\u00f3leo e das telecomunica\u00e7\u00f5es.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>No entanto, n\u00e3o demorou muito para que as outras categorias retornassem ao trabalho e os petroleiros seguiram sustentando a greve sozinhos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Apesar da legitimidade das reivindica\u00e7\u00f5es da categoria, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou a greve abusiva em seu s\u00e9timo dia. Mas o movimento paredista continuou. Em 11 de maio saiu a primeira lista de demitidos com 25 nomes. No dia 24, o Ex\u00e9rcito ocupou as refinarias de Paran\u00e1 (REPAR), Paul\u00ednia (REPLAN), Mau\u00e1 (RECAP) e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (REVAP). No dia seguinte, os petroleiros receberam seus contracheques zerados. O movimento ganhou o apoio de centenas de sindicatos, estudantes, parlamentares, organiza\u00e7\u00f5es civis nacionais e estrangeiras.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O TST julgou. mais uma vez, a greve abusiva no dia 26 de maio e imp\u00f5s multas milion\u00e1rias \u00e0 FUP e aos sindicatos: R$ 100 mil por cada dia n\u00e3o trabalhado. Mesmo com o fim da greve, os sindicatos e a FUP tiveram suas contas bloqueadas, o repasse das mensalidades dos associados retido e os bens penhorados. Cada um dos 20 sindicatos que participaram do movimento recebeu multas de R$ 2,1 milh\u00f5es. Ao todo, 73 trabalhadores foram demitidos, entre eles v\u00e1rios dirigentes sindicais. Mais de mil petroleiros foram punidos, a maioria com suspens\u00f5es de at\u00e9 29 dias.<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Greve de 1995 Em 1995, come\u00e7ando no m\u00eas de maio, a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":24969,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"Em 1995, come\u00e7ando no m\u00eas de maio, a categoria manteve uma greve por 32 dias para pressionar a Petrobr\u00e1s a repor as perdas salariais, que j\u00e1 chegavam a 100%. A luta foi tamb\u00e9m pelo cumprimento de termos de acordos que haviam sido assinados com a FUP no antigo governo de Itamar Franco e com o presidente da Petrobr\u00e1s na \u00e9poca, Joel Renn\u00f3. E ainda contra ainda a redu\u00e7\u00e3o de direitos e o arrocho salarial, durante o governo neoliberal de FHC.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>\r\n\r\nA greve que foi a mais longa da hist\u00f3ria do movimento sindical petroleiro, come\u00e7ou, no dia 03 de maio, de forma unificada, pois os ataques do governo atingiam todo o funcionalismo p\u00fablico, como os eletricit\u00e1rios, telef\u00f4nicos, trabalhadores dos Correios e os servidores federais. O movimento paredista tamb\u00e9m foi contra a quebra dos monop\u00f3lios do petr\u00f3leo e das telecomunica\u00e7\u00f5es.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>No entanto, n\u00e3o demorou muito para que as outras categorias retornassem ao trabalho e os petroleiros seguiram sustentando a greve sozinhos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>\r\n\r\nApesar da legitimidade das reivindica\u00e7\u00f5es da categoria, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou a greve abusiva em seu s\u00e9timo dia. Mas o movimento paredista continuou. Em 11 de maio saiu a primeira lista de demitidos com 25 nomes. No dia 24, o Ex\u00e9rcito ocupou as refinarias de Paran\u00e1 (REPAR), Paul\u00ednia (REPLAN), Mau\u00e1 (RECAP) e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (REVAP). No dia seguinte, os petroleiros receberam seus contracheques zerados. O movimento ganhou o apoio de centenas de sindicatos, estudantes, parlamentares, organiza\u00e7\u00f5es civis nacionais e estrangeiras.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>\r\n\r\nO TST julgou. mais uma vez, a greve abusiva no dia 26 de maio e imp\u00f5s multas milion\u00e1rias \u00e0 FUP e aos sindicatos: R$ 100 mil por cada dia n\u00e3o trabalhado. Mesmo com o fim da greve, os sindicatos e a FUP tiveram suas contas bloqueadas, o repasse das mensalidades dos associados retido e os bens penhorados. Cada um dos 20 sindicatos que participaram do movimento recebeu multas de R$ 2,1 milh\u00f5es. Ao todo, 73 trabalhadores foram demitidos, entre eles v\u00e1rios dirigentes sindicais. 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