GREVE DE 2015: 11 ANOS DE LUTA E RESISTÊNCIA
novembro 1, 2026 | Categoria: Banner Principal
Uma greve que marcou gerações e entrou para a história da luta petroleira.
Há 11 anos, petroleiros e petroleiras protagonizaram um dos grandes capítulos da história de luta da nossa categoria. A greve de novembro de 2015 foi marcada pela coragem, pela unidade e pela determinação de trabalhadores e trabalhadoras que enfrentaram pressões e repressão para defender seus direitos e o futuro da Petrobras.
Foram 13 dias de mobilização que se somaram a uma história de décadas de resistência, construída por gerações que nunca aceitaram assistir de braços cruzados às ameaças contra seus empregos, suas conquistas e o patrimônio do povo brasileiro.
Porque a luta dos petroleiros e petroleiras nunca se limitou aos nossos salários ou às condições de trabalho. Cada luta da nossa categoria é também uma luta pelo Brasil. Pela soberania nacional, pela geração de empregos, pelo desenvolvimento econômico e por uma Petrobras pública, forte e integrada, a serviço da sociedade.
A greve de 2015 permanece viva na nossa memória não apenas pelo que enfrentamos, mas pelo que ela representa: a força da organização coletiva e a certeza de que nenhum direito foi conquistado sem luta.
Onze anos depois, seguimos defendendo aquilo em que sempre acreditamos. As gerações se renovam, os desafios se transformam, mas a disposição de resistir e lutar permanece.
Por que fomos à luta?

Em 2015, a categoria se levantou contra um projeto de desinvestimentos e venda de ativos que ameaçava a Petrobras e seu papel no desenvolvimento nacional. Defendíamos uma empresa pública e integrada, capaz de transformar a riqueza do petróleo em empregos, investimentos e benefícios para a população brasileira.
Direitos e futuro em disputa

A defesa dos direitos trabalhistas sempre caminhou junto com a defesa da Petrobras. Nossa história mostra que proteger os trabalhadores e trabalhadoras também significa proteger a capacidade do Brasil de produzir, gerar riqueza, desenvolver sua indústria e garantir sua soberania energética.
Treze dias de resistência

Durante 13 dias, enfrentamos pressões, ameaças e episódios de repressão. A mobilização exigiu coragem de quem esteve nos piquetes, nas assembleias e nas unidades operacionais. Foi a força da solidariedade e da organização sindical que sustentou a resistência, reafirmando que a unidade da categoria é nossa maior força.
A história continua em nossas mãos

A greve de 2015 é parte de uma história muito maior, escrita por gerações de petroleiros e petroleiras. Uma história que não ficou no passado e continua presente em cada assembleia, em cada mobilização e em cada conquista coletiva.
Seguimos na luta por melhores condições de trabalho, pela valorização da categoria e pela defesa de uma Petrobras que pertença ao povo brasileiro e esteja comprometida com o futuro do país.
Quem luta, conquista. Quem se organiza, resiste!


