Sindipetro-BA reforça campanha “Reestatiza, Brasil!” durante cortejo ao 2 de Julho
julho 3, 2026 | Categoria: Banner Principal, Notícia
Dirigentes do Sindipetro Bahia, de entidades da categoria petroleira e seus associados e associadas marcaram presença no tradicional cortejo do 2 de Julho, levando às ruas a defesa de uma Petrobrás pública, integrada e comprometida com o desenvolvimento do país.
A expressiva participação de dirigentes e associados(as) da Abraspet e dos clubes CEPE 2004 e Salvador, em conjunto com o Sindipetro-BA, no bloco da CUT, demonstrou que petroleiros e petroleiras estão mobilizados em defesa da recuperação dos ativos estratégicos privatizados e do fortalecimento da empresa.
Com faixas e palavras de ordem, a categoria somou sua voz às milhares de pessoas que participaram da celebração pela Independência da Bahia, reafirmando que a luta pela soberania popular também passa pelo controle público dos setores estratégicos da economia.
A mobilização ocorreu após a Semana Nacional de Lutas da categoria petroleira, quando trabalhadores de todo o país cobraram da Petrobrás o cumprimento dos compromissos assumidos nas negociações, o avanço do Plano de Cargos, a definição das regras da PLR e soluções para as pendências relacionadas à Petros e AMS. No 2 de Julho, essas reivindicações ganharam ainda mais visibilidade, associadas à defesa da reestatização de refinarias, terminais e demais ativos vendidos nos governos anti democráticos.
“Para o Sindipetro Bahia, participar do 2 de Julho é reafirmar o compromisso histórico da categoria com a defesa do patrimônio público e dos interesses da população brasileira. A campanha Reestatiza Brasil destaca que recuperar os ativos estratégicos significa fortalecer a Petrobrás, ampliar sua capacidade de investimento, gerar empregos de qualidade e contribuir para preços mais justos dos combustíveis e do gás de cozinha.”, afirmou a coordenadora-geral do Sindipetro-BA, Elizabete Sacramento.
Ao ocupar as ruas em uma das mais importantes datas cívicas do país, os petroleiros e petroleiras reforçaram que a luta iniciada há 203 anos pela liberdade do povo baiano permanece atual: defender a Petrobrás é defender o desenvolvimento nacional, a energia como direito e um Brasil mais justo e soberano.


