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Evento do PetroElas – Coletivo de Mulheres Petroleiras debate desigualdades nos espaços de poder

março 31, 2026 | Categoria: Banner Principal, Notícia


Apostando na formação social e na organização coletiva, o PetroElas – Coletivo de Mulheres Petroleiras do Sindipetro Bahia realizou, neste sábado (28), o evento “Mulheres na luta constante nos espaços de poder”, que discutiu os desafios enfrentados pelas mulheres e apontou caminhos para a igualdade de gênero. Os homens também foram convidados e compareceram com presença significativa. Cerca de 300 petroleiros e petroleiras, da capital e do interior, participaram da atividade que ocorreu no Espaço Brasil Soberano, localizado no bairro do Rio Vermelho.

Após abertura inicial da diretora de Políticas Específicas do sindicato, Marilda Brandão, a primeira mesa foi montada com três mulheres que ocupam espaços de poder: Elizabete Sacramento, coordenadora geral do Sindipetro-BA, mediando o debate; Juci Cardoso, vereadora de Alagoinhas (PT); e Thiffany Odara, ouvidora adjunta da Defensoria Pública da Bahia. Elas conversaram com o público sobre os motivos que levam à desigualdade de gênero e as dificuldades que as mulheres encontram ao desafiar o status quo.

Mulheres em posições de liderança apontam caminhos para a igualdade de gênero

Juci Cardoso propôs uma dinâmica para demonstrar as diferenças culturais entre homens e mulheres, que ajudam a explicar a cultura de violência, mas que também expõem a dificuldade na representação política. “Só mulheres podem representar mulheres. São elas que têm condição de representar suas próprias vozes e demandas, não podemos terceirizar isso aos homens. Por isso é importante que as mulheres estejam em posições de poder”, disse a parlamentar, pregando união entre as mulheres e apoio àquelas que chegam nesses espaços. “Precisamos ser mais parceiras e superar essa tendência, que nos foi ensinada, a rivalizar entre nós. Podemos ser diversas, mas não dispersas”.

Primeira mulher a ser coordenadora geral do Sindipetro-BA, Elizabete Sacramento destacou a responsabilidade depositada sobre mulheres pioneiras. “Quando um homem erra, foi ele que errou. Quando nós erramos, são as mulheres que não servem para estar naquele lugar”, apontou, questionando ainda aqueles que defendem o foco único na disputa de classes como resolução das desigualdades sociais. “Não é verdade que resolvendo classe tudo se resolve, não tem como debatermos classe sem olhar para gênero, raça, para a população LGBT”, definiu.

Partindo desse ponto, a ouvidora Thiffany Odara, mulher trans e travesti, defendeu a interseccionalidade. “É uma lente para entendermos como ocorre a desigualdade social, as estruturas de opressão social atravessam mulheres brancas e negras, cis e trans, de maneira diferente. Não é para dizer quem sofre mais ou quem sofre menos, mas para entender as desigualdades sociais que carregamos em nossas costas”, argumentou, citando o caso da General Motors que estabelecia critérios baseados em gênero e raça para preencher as funções da empresa.

Painel sobre NR-1 discute assédio no trabalho como risco psicossocial

Devido à atualização recente da Norma Regulamentadora N° 1(NR-1), que obriga empresas a incluírem riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), a psicóloga Catiana Santos foi convidada para aprofundar o assunto. Além de conceituar e diferenciar os riscos psicossociais no trabalho, o que inclui assédio moral e sexual, Catiana explicou como eles afetam a saúde mental de trabalhadores e trabalhadoras, causando adoecimentos e impactando suas vidas.

Atividades culturais promovem confraternização e formação lúdica

À tarde, o momento foi de confraternização. A banda Samba de Oyá, composta por mulheres negras, apresentou diversas matrizes desse gênero musical e colocou o público para dançar. Mas quem deu início ao evento foi a atriz Cleo Makena. Em uma esquete teatral, logo após o café da manhã, a artista introduziu conceitos e propôs reflexões com muito humor e irreverência, arrancando risadas da plateia.

O PetroElas – Coletivo de Mulheres Petroleiras é inicialmente composto por Elizabete Sacramento, Marilda Brandão e demais diretoras do Sindipetro-BA: Cláudia Gonçalves, Lindomar Meneses, Maria Alice Alves e Simone Santos. Também prestigiaram o evento o deputado estadual Radiovaldo Costa (PT) e o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar.

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