FUP participa da homologação do ACT do Sistema Petrobrás no TST, em Brasília
janeiro 19, 2026 | Categoria: Banner Principal, Notícia
[Com informações do TST, da FUP e do Sindipetro NF]
A audiência de homologação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos empregados do Sistema Petrobrás ocorreu nesta terça-feira (14) no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. O coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, esteve presente para participar da homologação, acompanhado do coordenador geral do Sindipetro-NF, Sérgio Borges.
A audiência foi conduzida pelo vice-presidente do TST, ministro Caputo Bastos. O processo de Dissídio Coletivo de Greve instaurado pelo Tribunal foi extinto, por perda de objeto, após os trabalhadores que ainda permaneceram em greve na última semana de dezembro terem aprovado a suspensão do movimento e a aceitação do Acordo.
A presença das lideranças sindicais no TST marca mais uma etapa decisiva do processo de negociação do ACT, resultado direto da força da greve nacional realizada pela categoria. A mobilização foi fundamental para garantir avanços e assegurar direitos, reafirmando a capacidade de organização e luta dos trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Petrobrás.
Com a conclusão da fase de homologação, o movimento sindical inicia um novo momento da negociação. Entre os temas que ainda exigem atenção estão questões sensíveis relacionadas aos impactos da greve, como a contagem de frequências, desimplantes e outros pontos que seguem em debate junto à empresa.
“O fim dessa audiência é resultado de diálogo, organização e luta coletiva. A greve teve um papel decisivo nesse caminho, sendo instrumento legítimo de pressão para garantir um acordo que atendesse aos nossos pleitos e respeitasse os direitos da categoria. É a prova de que, quando trabalhadores e trabalhadoras estão unidos, os direitos avançam e a Justiça do Trabalho cumpre seu papel. Seguimos firmes, atentos e mobilizados, porque nenhuma conquista é dada, toda conquista é construída”, afirmou Deyvid Bacelar.
Sergio Borges reforçou que “a luta não se encerra com a assinatura do acordo. O compromisso agora é dar continuidade às negociações pendentes e acompanhar de perto o cumprimento de todos os pontos acordados, sempre com unidade e vigilância da categoria”.


