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Publicado: 31/07/2017 | 2153 visualizações

Insatisfação dos trabalhadores com a atual gestão da FAFEN-BA leva gerentes a realizar homenagens a portas fechadas

Preocupados com os baixíssimos índices de aprovação e com a crise de ambiência na FAFEN-BA, os gerentes se escondem dos trabalhadores e realizam homenagens às escondidas.

Nos últimos encontros com a força de trabalho, os gestores vêm se sentindo constrangidos com questionamentos sobre o futuro da fábrica e sobre a redução de trabalhadores nas plantas industriais. Como péssimos atores, os gestores não conseguem explicar nada, aumentando a desconfiança e insatisfação da classe trabalhadora.

Na última “homenagem” por tempo de serviço dos trabalhadores, a maioria dos homenageados sequer apareceu deixando o auditório vazio.

Isso foi uma resposta clara ao atual gestor: NÃO QUEREMOS FALSAS HOMENAGENS. QUEREMOS UMA GESTÃO DECENTE.

Mas a última aparição pública dos gerentes da FAFEN-BA foi na apresentação de última hora do gerente executivo Cláudio Schlosser e do diretor Jeorge Celestino, ambos corridos da RLAM em dia de ocupação do Sindipetro Bahia e somente por isso resolveram aparecer na fábrica “para não perderem a viagem”.

Num ataque de nervos após perguntas da plateia, os gerentes da FAFEN-BA, juntamente com o diretor e o gerente executivo, encerraram inesperadamente a apresentação e, a passos largos, saíram do auditório deixando a plateia de trabalhadores surpresa.

Após o acontecido, os gerentes só fazem reuniões e homenagens escondidos numa sala de reunião, já que não conseguem olhar na cara do trabalhador. Até as homenagens de PIDV são a portas fechadas.

Agora eles fazem pose para fotografia e só conversam com a força de trabalho pelo site de notícias da FAFEN-BA ou por email. A sala é trancada e os aplausos baixinhos, para ninguém ouvir. Bela homenagem…

Informações que chegaram ao Sindipetro dão conta de que o Gerente de Produção, por exemplo, num esforço para melhorar a imagem que os trabalhadores têm dele, resolveu intimar a todos para que participem de uma reunião para "tirar dúvidas" numa espécie de “ciranda da gestão” onde, além de não tirar dúvidas sobre o futuro da FAFEN-BA, não conseguiu explicar porque, mesmo com tamanha violência na cidade de Salvador e região metropolitana, ele quer obrigar os trabalhadores que estão dobrando turno para a própria gestão a voltarem depois do interstício, mesmo se for de madrugada, enquanto ele dorme tranquilo e seguro no Alphaville sonhando em um dia ser Gerente Geral...

O Sindipetro Bahia está atento às manifestações dos trabalhadores e à crise de gestão atual da FAFEN-BA.

#NãoIremosCeder   
#JuntosSomosMaisForte